Manifesto da Vanguarda Messiânica EMET
VANGUARDA MESSIÂNICA EMET
“ Em um Dia de Descanso Sagrado Surgiu a Inspiração “
No período Pós-Ideológico, vencido o Bipolarismo: Comunismo-Socialismo / Capitalismo, a fragilidade das Modernas Democracias, o desembaraço entre Capital e Trabalho. Estamos mais próximos da era messiânica, não dogmática; e sim, necessária, na busca de um plano perene que vença as formas falidas de governos e, conceitos revolucionários. Admitimos que essa busca pode se dar na direção correta ou incerta. O consenso se dará sempre na busca pela justiça que, precisa ser alcançada para felicidade de todos. Preferimos substituir a forma pela essência; a essência é aquilo que podemos obter pela natureza divina enxertada em nosso mundo natural. A forma pode ser aprendida e desconstruída. Estamos perdendo a essência e, desconstruindo muito do nosso mundo natural. A Vanguarda Messiânica Emet, que pressupõe, pela sua designação, a defesa do Messianismo e a Verdade, procura se expressar “ como a voz do postulado, do anseio da alma dos justos, que viveram e vivem entre nós, de um governo de justiça perene, embasado no conceito de retidão da Lei Divina, aproximado pela pratica da justiça dentre os povos (nações) que apontam para uma era messiânica de paz e equidade; no amor as virtudes eternas e, o respeito aos atributos humanos. Devendo esses valores se desenvolverem na política, no direito, na filosofia e na sociedade entre as gentes “.
O verdadeiro protótipo da justiça não pode ser alcançado sem o “ sangue dos mártires “ que representa a doação integral “ pela causa da justiça “ e o exercício da lealdade a valores imutáveis que são a base da sustentação da vida. O Pós-Modernismo não pode ofuscar e retirar a existência de tais fundamentos. Todo messianismo é produzido sob a égide da expectativa do povir; mas, são os antecedentes que preparam o cenário futuro no presente. Os escritos sagrados, nos diz que o messias hebreu deve vir antecedido por alguém que promova reconciliação e, que possa evitar que a terra seja ferida. É com tamanha piedade que se esboça essa façanha e, não com o ardor da impiedade e destruição. No messianismo adaptado ou apocalíptico, o cerne é remover o falso e estabelecer a justiça; em ambos os casos implica em recompensa. Neste caso, é preciso exercitar a justiça como recompensa presente, lançando as bases para o estabelecimento de um governo justo, que atenda os anseios de todas as gerações, nos referimos aos que se doam, na luta pela retidão e a verdade como bens maiores.
O estado não deve ser um instrumento de detenção, aprisionamento e desestímulo a esses valores; mas, de liberdade e compartilhamento da bondade coletiva. Ocupando um papel intermediário, não se colocando na condição de executor, de padrões já estabelecidos desde os tempos remotos, encarando a política como uma manifestação da alma e, não como um mero instrumento de poder. Nem todas as sociedades civis constituídas conseguiram alcançar uma real condição de nação, apesar do exercício dos seus direitos soberanos e a regência de suas próprias leis. A Vanguarda Messiânica deve se envolver em atividades que possam socorrer e ajudar pessoas, participando da vida republicana, contestando e não legitimando histórias que precisam ser revistas, reavaliar o conceito romano republicano que dominou o ocidente e emergiu em Israel; abrir os selos filosóficos, humanistas e renascentistas, rever o “sermão da montanha” do seu aspecto estatal para uma visão de reino, considerando que o espírito humano não pode ser substituído pelo progresso material e econômico; a divindade não é uma ilusão humana ditada por necessidades da realidade material. O trabalho não é a essência do homem, e sim, um atributo que lhe dá a condição de se relacionar com seu mundo habitável, que necessita ser aprimorado pelas leis divinas e interesse comum de todos.
A condição social de cada pessoa necessita ser repensada, no momento atual, quem detém e, quem não tem; não basta falar de políticas públicas. A pobreza só pode ter um combate substancial com a adição de leis e medidas permanentes que passem a gerações. Os endividados, desempregados, os sem-teto, os sem-terra; principalmente quem é considerado abaixo da linha da pobreza – não é só responsabilidade do estado; começa pela consciência de cada pessoa, família ou grupo social. A nossa luta pela cidadania, individual ou coletiva, necessita abranger uma condição de vigilância e ações premeditadas, contra o abuso do poder estatal, contra a corrupção privada e pública – o apelo pela pacificação social, o direito a defesa de cada cidadão; o trato correto com a saúde da população e, os deficientes, órfãos e viúvas; a recuperação dos que romperam a linha da sociabilidade, o combate a fome e a miséria. Como última premissa, verificamos que o caminho da justiça não pode ser alcançado, sem o ensino de valores, de reconhecer (e amar) o Criador; respeitar (amar) o seu semelhante e trabalhar (não simplesmente esperar) para que o Governo Justo do Messias possa vir sobre nós.
